"Miquié", "Maca ê", a princesinha do Atlântico
Colonizadores e nativos deste chão
Juntos lutaram contra a ambição
Sou forte, tenho raça e atitude
Porque tenho a negritude em minhas veias a correr
Sou quilombola porque tenho consciência
Que a minha resistência é o que me faz viver
Oh! Mãe Sant'Anna!
Abençoa essa nossa união
(bis)
De colonos pescadores, insulanos sonhadores
Que oram pela sua proteção
Injustiçado, Motta Coqueiro amaldiçoou
-
"Cem anos estagnada!"
Uma longa noite Macaé atravessou
Não há mal que dure eternamente
E gradativamente um novo sol veio brilhar
Das águas surge a riqueza que a natureza veio ofertar
E assim jorrou o negro ouro
O rico tesouro, e prosperou
Como bem previu Lobato, o contador de estórias
Que a nossa história profetizou
Qualidade de vida, cultura
Tão importante se tornou para a nação
Feliz cidade com tão bela arquitetura
É nota dez no quesito evolução
Macaé e a União
Com um aperto de mão, vêm mostrar
(bis)
Que a terra vive, é preciso preservar
Nós podemos, vamos confiar