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| G.R.E.S. ALEGRIA DA ZONA SUL |
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Histórico |
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O Alegria da Zona Sul é resultado da fusão dos blocos Unidos do Cantagalo e Alegria de Copacabana. Sua comunidade vem dos Morros do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho. O Unidos do Cantagalo e o Alegria de Copacabana eram blocos vendedores, ganharam disputas de bloco nos anos 80. O Unidos do Cantagalo era uma mistura da antiga escola de samba Recreio de Copacabana com vários outros blocos, entre eles, os Afilhados de Ipanema e o Império de Ipanema. O bloco foi batizado pela Portela em 1974. Já o Alegria de Copacabana representava os Morros do Pavão e Pavãozinho, e surgiu da fusão dos blocos Independentes do Pavãozinho e Império do Pavão. Como todos os compositores se conheciam do samba e do futebol, resolveram acabar com a competição, unir os blocos e criar uma Escola de Samba. Assim, nasceu a Alegria da Zona Sul, que representa, acima de tudo, a união das três comunidades (Cantagalo, Pavão e Pavãozinho). As cores oficiais da escola são o verde, azul e branco. Falar em samba de raiz é, de fato, lembrar daqueles cuja história se confunde com a própria história do samba: o pessoal da velha guarda. As comunidades do Cantagalo, Pavão e Pavãozinho, para quem não sabe, também são redutos desse samba de resistência. No passado, seus compositores foram campeões em diversos concursos de blocos e hoje estão todos reunidos na ala dos compositores da escola de samba Alegria da Zona Sul. A força da agremiação está no patrono: Waldomiro Paes Garcia, o Maninho, que divide suas atenções entre o Salgueiro e a Alegria. A afinidade com o Salgueiro é tanta que, durante alguns anos, as alegorias da Alegria da Zona Sul foram feitas no barracão da vermelho-e-branco, no Santo Cristo. O ápice dessa ligação foi após o carnaval de 2004, quando a escola mudou as suas cores de verde, azul e branco para vermelho e branco, as cores do Salgueiro. |