| G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO |
Histórico |
Nasceu de um grupo dissidente da Prazer da Serrinha. Numa reunião na casa de dona Eulália do Nascimento, componentes desgostosos com o carnaval apresentado pela Prazer da Serrinha, tentaram formar nova diretoria. Não obtendo êxito, rebelaram-se e, nesse dia, surgia a Império Serrano, nome proposto por Sebastião de Oliveira (Molequinho). As cores verde e branco foram sugeridas por Antenor. Entre os fundadores citamos: Sebastião de Oliveira (Molequinho), Antônio dos Santos (Fuleiro), Elói Antero Dias (Mano Elói), João de Oliveira (Grandim), Zacarias da Silva Avelar, Mano Décio da Viola (Décio Antônio Carlos). A Império Serrano participou do filme Tudo Azul e apresentou-se na peça de Carlos Machado Esta Vida é um carnaval. E foi a introdutora da frigideira na bateria, e também do prato através de Calixto do Prato. Nos seus quatro primeiros anos de existência, obteve quatro vitórias. Formou o grupo das 4 grandes escolas do Rio de Janeiro, junto com a Portela, o Salgueiro e a Mangueira. Teve vitórias inesquecíveis, como em 72, com o enredo "Alô alô, taí Carmem Miranda", em 82, com "Bumbum paticumbum prugurundum", e muitas outras. O Império Serrano é uma das escolas que possui os mais clássicos sambas-enredo da história do carnaval. Além dos citados acima, sambas como "Os cinco bailes da história do Rio", "Heróis da Liberdade", "Lenda das Sereias", "Mãe, baiana mãe", "Eu quero", e vários outros, marcaram época, além do recente "E verás que um filho teu não foge à luta", de 1996. Nos dias de hoje o Império Serrano vem freqüentemente obtendo más colocações devido a má administração da escola. Brigas de diretoria impedem a escola de fazer um grande Carnaval e se manter no grupo de onde um dia nunca deveria ter saído, mesmo mantendo o nível de bons sambas que a tradição imperiana possui. |