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G.R.E.S.
ACADÊMICOS DO SALGUEIRO |
Templo negro em tempo de consciência negra |
| Alaor Macedo, Helinho do Salgueiro, Arizão, Demá Chagas, Rubinho do Afro |
| Livre ecoa o
grito dessa raça E traz na carta A chama ardente da Abolição Oh! Que santuário de beleza Um congresso de nobreza De raríssimo esplendor Revivendo traços da história Estão vivos na memória Chica da Silva e Chico Rei Saravá os deuses da Bahia Nesse quilombo tem magia Xangô é nosso pai, é nosso rei Ô Zaziê, ô Zaziá Vai, meu samba vai Ê baianas |