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G.R.E.S.
ACADÊMICOS DO SALGUEIRO |
O negro que virou ouro nas terras do Salgueiro |
| Bala, Efealves, Preto Velho, Sobral, Tiãozinho do Salgueiro |
| História Beirando a poesia Lenda, sonho e fantasia Abissínia, Arábia A natureza é tão sábia Um quê de malícia Trouxe esta delícia ao Pará Dizem então, dizem então Que foi a terra O sol, este luar Que o fez se apaixonar por este chão E se espalhar feito um mar Da
cor da raça O ciclo do café era a riqueza Soca no pilão |