Carnaval 1986

ORDEM DOS DESFILES

 

GRUPO I

ESCOLA CARNAVALESCO PONTOS
Estação Primeira de Mangueira
Caymmi Mostra ao Mundo o Que a Bahia e a Mangueira Têm
Júlio Matos 214
Beija-Flor de Nilópolis
O Mundo é Uma Bola
Joãosinho Trinta 211
Império Serrano
Eu Quero
Renato Lage e Lilian Rabello 209
Portela
Morfeu no Carnaval, a Utopia Brasileira
Alexandre Louzada 207
União da Ilha do Governador
Assombrações
Arlindo Rodrigues 205
Acadêmicos do Salgueiro
Tem Que Se Tirar da Cabeça Aquilo Que Não Se Tem no Bolso – Tributo a Fernando Pamplona
Ney Ayan 204
Mocidade Independente de Padre Miguel
Bruxarias e Histórias do Arco da Velha
Edmundo Braga e
Paulino Espírito Santo
201
Imperatriz Leopoldinense
Um Jeito Pra Ninguém Botar Defeito (Agüenta Coração)
Fernando Alvarez 197
Caprichosos de Pilares
Brasil com Z, Não Seremos Jamais, Ou Seremos?
Luiz Fernando Reis 192
10º Estácio de Sá
Prata da Noite – Grande Otelo
Oswaldo Jardim 187
11º Unidos de Vila Isabel
De Alegria Pulei, de Alegria Cantei, de Três em Três Pelo Mundo Rodei
Max Lopes 186
12º Império da Tijuca
Tijuca, Cantos, Recantos e Encantos
José Félix 176
13º Unidos do Cabuçu
Deu a Louca na História! E Agora, Stanislaw, Como é Que Fica?
Ilvamar Magalhães 172
14º Unidos da Ponte
Tá na Hora do Samba Que Fala Mais Alto, Que Fala Primeiro
Orlando Pereira e Milton Siqueira 170
15º↓ Unidos da Tijuca
Cama, Mesa e Banho de Gato
Wany Araújo 169

 

GRUPO II

ESCOLA CARNAVALESCO PONTOS
1º↑ Unidos do Jacarezinho
Candeia, Luz da Inspiração
Flávio Tavares 204
2º↑ São Clemente
Pouca Saúde, Muita Saúva, os Males do Brasil São
Carlinhos D’Andrade e Roberto Costa 198
Independentes de Cordovil
Quem Não Discute, Tem Que Engolir
Paulo César Gonçalves 188
Acadêmicos do Engenho da Rainha
Ganga Zumba, Raiz da Liberdade
Edson Mendes e Potiguara Viana 187
Em Cima da Hora
Terras Brazilis
Sérgio Luiz Garcia e Amarildo Lopes de Oliveira 187
Arranco do Engenho de Dentro
Sai Mais Uma
Antônio Sérgio 186
Unidos de Lucas
No Ano da Copa, Bota no Meio
Luiz Orlando Baptista Chagas 184
Acadêmicos de Santa Cruz
E Você, o Que Dá?
Gil Ricon 182
9º↓ União de Jacarepaguá
No Cheiro, no Trago, no Mastigo ou de Baforada
Jorge Laureano (Chocolate) 157

 

GRUPO III

ESCOLA CARNAVALESCO PONTOS
1º↑ Tradição
Rei Senhor, Rei Zumbi, Rei Nagô
Viriato Ferreira, Maria Augusta Rodrigues e Paulino Espírito Santo 207
2º↑ Lins Imperial
Por Um Lugar ao Sol
Celino Dias, Jerônimo Guimarães e Geraldo Luiz 197
Arrastão de Cascadura
Mano Décio – Apoteose do Samba
Joãozinho de Deus 196
Paraíso do Tuiuti
A Neta da Chiquita Bacana
Billy Acioly 196
Tupy de Braz de Pina
Cobiças e Lendas da Amazônia
Jairo de Souza 194
União de Vaz Lobo
Festa no Castelo de Xangô
Jeusamir Alves da Silva
(Ananguê)
184
Unidos da Vila Santa Tereza
Tá Nas Praças
174
Unidos de Padre Miguel
E Aí o Homem Entrou na Guerra com a Natureza
170
Unidos de Bangu
A Procissão dos Navegantes
Departamento Cultural 167
10º↓ União de Rocha Miranda
As Festas
José Eugênio 166
11º↓ Unidos de Manguinhos
Uma Viagem Maravilhosa no Balão Mágico ao Mundo Encantado da Criança
161
12º↓ Foliões de Botafogo
Brasil, um Sonho Maior
151

 

GRUPO IV

ESCOLA CARNAVALESCO PONTOS
1º↑ Império do Marangá
Bom Cabrito Não Berra
Armando Martins e
Sérgio Kautzmann
204
2º↑ Grande Rio
Ui, Que Medo. Crenças e Crendices Brasileiras Através dos Tempos
Vyvaldo Antunes 198
3º↑ Unidos de Nilópolis
No Salão de 86, Lira do Amor
Aroldo Bonifácio 193
4º↑ Unidos de Cosmos
Guerreiro Verde
192
Unidos do Uraiti
O Mundo Fantástico das Cores
Célia Cunha Bacelar 176
Mocidade Unida de Jacarepaguá
Negras Raízes
171
Acadêmicos do Cachambi
A Lavagem do Bonfim
Gil Ricon 165
Sereno de Campo Grande
Uma Festa Para Reis
155
Unidos da Zona Sul
Reviver é Acordar, de Cabral à Nova República
135
Acadêmicos do Cubango
Vamos ao Teatro?
Paulo Roberto da Costa (Yabenilê)
Leão de Iguaçu
Unidos do Viradouro
Novos Ventos, Novos Tempos – História de uma Integração
Luiz Fernandes e Ricardo Aquino

Observação: A Acadêmicos do Cubango, a Leão de Iguaçu e a Unidos do Viradouro foram convidadas pela Riotur a desfilar, sem disputar, fato que passou a ocorrer somente a partir do ano seguinte.